terça-feira, 8 de maio de 2012

Identificando os cafajestes

Identificando os cafajestes: O cafajeste é aquele que não vai te ligar. Não vai te mandar flores, nem te dar presentes, vai correr dos mínimos sinais de compromisso, não vai passar a noite com você. Ele vai embora assim que o dia clarear. O cafajeste é o oposto do bom moço. Não vai te apresentar pros amigos, não vai te convidar pro almoço de família. Ele não faz nada pra parecer fofo ou bom moço pra você. E a vantagem do cafajeste é justamente esta: ele não está tentando te enganar.

Ele vai te ligar segunda-feira depois de você ter passado o final de semana inteiro esperando um telefonema. E vai sumir sempre que chegar a sexta-feira. Ele não vai te dar desculpas pra não te encontrar. Simplesmente vai te dizer que tem um outro compromisso e não vai te incluir.
O bom moço, inevitavelmente, vai te decepcionar. Não porque ele possa fazer uma grande merda (e sim, ele pode), mas porque você não espera isso dele. Ele te faz acreditar que ele é o príncipe encantado, mas obviamente, uma hora o príncipe vira sapo. Já o cafajeste é sapo por natureza. Ele já entra na sua vida como sapo. Por isso, você não espera dele atitudes de príncipe. 
O cafajeste é inofensivo, acredite em mim. Perigoso mesmo é o bom moço.

4 comentários:

  1. Euu amei esse texto e super concordo! ;x

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  2. Concordo demais! Um "bom moço" me levou totalmente na lábia, prometeu mundos e fundos e assim que sentiu que eu estava começando a gostar se mandou. Vc fica sem chão mesmo... Cuidado, meninas! Eu me achava imune a esse tipo de decepção mas quebrei a cara.

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  3. Atualmente estou sendo assediada ao extremo por um cafajeste que se apresentou no início como um homem maravilhoso, sem igual: lindo, gentil, bem sucedido. Sou casada e por isso desencorajei as investidas. Mas quanto mais resistia, mais ele me cercava. Até que um dia resolvi ceder e aceitei o convite dele pra sair. Fui clara: não iria rolar nada. Só queria sentir quem era ele e saber o que queria de verdade. A essa altura ainda não tinha idéia de com quem estava lidando. Não vou dizer aqui que não rolou "uma gracinha" no carro dele, mas não transamos. Ele sequer viu a cor da minha calcinha. Pois bem. Depois desse dia o gentleman simplesmente esfriou. As mensagens deixaram de ser constantes, os telefonemas zeraram e poucos dias depois, simplesmente sumiu. Eu fiquei indignada. Me senti tão descartável, me senti culpada, mas dando graças a Deus por pelo menos não ter deixado aquele miserável completar o serviço. E ficou assim até o dia em que nos encontramos numa festa da escola de nossos filhos e aí ele percebeu que eu não dava a menor atenção a ele. Na verdade eu estava me divertindo no ambiente. Foi o suficiente pra ele voltar a me procurar. E aí foi a minha vez de inverter o jogo. Mudei o meu número, sumi, sem dar satisfações. Ele deu um jeito e pegou o número com meu filho. E agora não me dá uma trégua. E por mais que eu o rejeite e lhe diga que não quero nada, não gosto dele, ele me persegue. A tentação é grande, mas quando lembro da forma como ele me menosprezou por causa de uma bobagem que aconteceu no carro, imagine se conseguisse ir até o fim. Tem também minha família, meu marido que agora percebo como é um cara bacana e que do jeito que o mundo tá cão, encontrar um homem como ele é ouro em pó. Por conta disso eu passei a ler muito sobre o assunto e aprendi que esse comportamento é típico de psicopatas. Eles não desistirão até conseguirem o que acham que seja seu direito. São predadores sociais. Arrasam famílias e nem sequer param pra pensar sobre isso. Tomem cuidado. Estejam alertas. Não se iludam com palavras bonitas ou bela aparência. Pesquisem sobre os cafajestes e aprendam a se defender. Acreditem: não há nada de bonito no prejuízo emocional que eles causam. Não sei como terminará minha história. Sigo resistindo. Já pensei em denunciar à delegacia de proteção à mulher, mas penso no escândalo, em como meu marido vai reagir e em tudo que terei que passar pra provar que estou sendo assediada, uma vez que apago todas as conversas. Se cuidem, meninas. Predadores sociais estão onde vcs menos imaginam.

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  4. Atualmente estou sendo assediada ao extremo por um cafajeste que se apresentou no início como um homem maravilhoso, sem igual: lindo, gentil, bem sucedido. Sou casada e por isso desencorajei as investidas. Mas quanto mais resistia, mais ele me cercava. Até que um dia resolvi ceder e aceitei o convite dele pra sair. Fui clara: não iria rolar nada. Só queria sentir quem era ele e saber o que queria de verdade. A essa altura ainda não tinha idéia de com quem estava lidando. Não vou dizer aqui que não rolou "uma gracinha" no carro dele, mas não transamos. Ele sequer viu a cor da minha calcinha. Pois bem. Depois desse dia o gentleman simplesmente esfriou. As mensagens deixaram de ser constantes, os telefonemas zeraram e poucos dias depois, simplesmente sumiu. Eu fiquei indignada. Me senti tão descartável, me senti culpada, mas dando graças a Deus por pelo menos não ter deixado aquele miserável completar o serviço. E ficou assim até o dia em que nos encontramos numa festa da escola de nossos filhos e aí ele percebeu que eu não dava a menor atenção a ele. Na verdade eu estava me divertindo no ambiente. Foi o suficiente pra ele voltar a me procurar. E aí foi a minha vez de inverter o jogo. Mudei o meu número, sumi, sem dar satisfações. Ele deu um jeito e pegou o número com meu filho. E agora não me dá uma trégua. E por mais que eu o rejeite e lhe diga que não quero nada, não gosto dele, ele me persegue. A tentação é grande, mas quando lembro da forma como ele me menosprezou por causa de uma bobagem que aconteceu no carro, imagine se conseguisse ir até o fim. Tem também minha família, meu marido que agora percebo como é um cara bacana e que do jeito que o mundo tá cão, encontrar um homem como ele é ouro em pó. Por conta disso eu passei a ler muito sobre o assunto e aprendi que esse comportamento é típico de psicopatas. Eles não desistirão até conseguirem o que acham que seja seu direito. São predadores sociais. Arrasam famílias e nem sequer param pra pensar sobre isso. Tomem cuidado. Estejam alertas. Não se iludam com palavras bonitas ou bela aparência. Pesquisem sobre os cafajestes e aprendam a se defender. Acreditem: não há nada de bonito no prejuízo emocional que eles causam. Não sei como terminará minha história. Sigo resistindo. Já pensei em denunciar à delegacia de proteção à mulher, mas penso no escândalo, em como meu marido vai reagir e em tudo que terei que passar pra provar que estou sendo assediada, uma vez que apago todas as conversas. Se cuidem, meninas. Predadores sociais estão onde vcs menos imaginam.

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